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Não cadastrou biometria e a digital funcionou para votar? Entenda o motivo – 02/10/2022

Não cadastrou biometria e a digital funcionou para votar? Entenda o motivo - 02/10/2022

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Eleitores em diferentes cidades brasileiras têm enfrentado grandes filas para votar neste domingo (2). Uma das causas é a demora na confirmação da biometria antes do voto.

Mesários têm solicitado a coleta das impressões digitais mesmo para quem não efetuou o cadastro anteriormente junto ao sistema da Justiça Eleitoral. O fato de que pessoas que não fizeram esse processo conseguiram ter a própria biometria confirmada para o voto hoje acabou gerando dúvidas.

Por que isso acontece?

Dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram que de 156 milhões de brasileiros aptos a votar neste ano, pouco mais de 120 milhões possuem cadastramento biométrico.

Nas Eleições 2022, a Justiça Eleitoral então firmou convênio para usar digitais colhidas e armazenadas de eleitores em bancos de dados de outros órgãos oficiais, como o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e Detran (Departamento Estadual de Trânsito).

A iniciativa é parte do Bioex (Projeto de Importação de Biometria de Órgãos Externos), criado em 2017.

Sendo assim, as informações biométricas que não constam cadastradas na Justiça Eleitoral são extraídas desses locais para confirmar que o eleitor é ele mesmo.

“Seis entidades públicas compartilham dados com a Justiça Eleitoral. Pelas parcerias, as digitais de mais 9,8 milhões de pessoas poderão ser validadas durante as Eleições 2022”, informou o TSE, em comunicado no início do mês.

É importante reforçar que a biometria durante o voto ainda não é obrigatória. Por causa da pandemia de covid-19, a exigência do cadastramento e a possibilidade de validação dos dados, que poderia ser realizada nas Eleições 2020, ficaram suspensas.

Como funciona na prática?

Ao iniciar o processo de identificação com os mesários na seção eleitoral, o eleitor é convidado a fazer a leitura de sua impressão digital.

Neste domingo, os relatos destacam a demora para votar diante das várias tentativas de confirmação da digital pelo sistema da urna eletrônica.

Segundo Tilt pode confirmar, são realizadas quatro tentativas de validação (no meu caso, tentei diferentes dedos, funcionou na terceira vez).

O processo segue basicamente a ordem:

  1. A pessoa coloca o dedo em um sensor que capta o desenho das respectivas impressões digitais.
  2. A informação é processada via software.
  3. O sistema começa então a rastrear padrões comparando com dados de seu banco.
  4. A máquina exibe o resultado da análise.
  5. Estando tudo correto, o eleitor pode se encaminhar para o local onde a urna eletrônica fica.

*Com informações de Rosália Vasconcelos, Estadão Conteúdo e TSE.

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