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Filósofo Clóvis de Barros Filho é o convidado do Danilo Gentili no The Noite desta Segunda-Feira

Clóvis de Barros Filho e Danilo Gentili (Lourival Ribeiro/SBT)

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O The Noite começa sua semana de entrevistas recebendo Clóvis de Barros Filho. Um dos maiores filósofos do Brasil, ele fala nesta segunda sobre o podcast “Inédita Pamonha”, que é semanal e já tem mais de 150 episódios. “eu mesmo faço as perguntas e eu mesmo respondo. Aí sou eu comigo mesmo e selecionei alguns episódios para botar em forma de livro”, explica sobre a obra “Inédita Pamonha – Por instantes felizes, virginais e irrepetíveis”.

Tendo lançado recentemente o livro “Epaminondas: O Gato Explicador”, conta que ele é o porta-voz dos pensamentos do seu gato, Epaminondas. “Toda vez que estou em casa ele me observa e ele registra as suas observações. Fui percebendo que havia uma coerência no jeito dele de interagir comigo, me olhar. Aí comecei também a anotar o que eu achava que ele estava pensando quando me observava. Aí saiu o livro”, diz.

Portador da Síndrome de Behçet, uma doença autoimune, dá detalhes de sua condição: “nós temos que tomar remédio para baixar a imunidade. Porque, se o organismo estiver forte, ele se destrói. Dentre as autoimunes é das piores e, no meio dela, o meu grau é quatro ponto oito sobre cinco. Ela costuma atacar violentamente olhos, boca. Antes eu achava que tinha problema oftalmológicos”.

Danilo pergunta se a filosofia lhe traz algum conforto ao enfrentar essa adversidade e o convidado responde: “se você for esperar viver uma vida boa com condições ideias de vida, não será feliz nunca. No meu caso é tomando injeção na barriga, sabendo que a qualquer momento a coisa pode degringolar”. E completa: “passava semanas, meses e anos pensando em daqui cinco, dez anos. Passava muito tempo projetando o que está por vir. Agora, não posso mais me dar a esse luxo, porque não vai ter lá na frente. Se tiver, pois milagres acontecem, melhor. Meu tempo será todo ocupado pelo agora”.

O filósofo recorda ainda que morou na França durante quatro anos e fala de percalços econômicos que passou, quando cantava ‘Trem das Onze’ em francês, no metrô, para ganhar dinheiro: “aí é que você entende o que é viver, o que é ‘sair para a briga’”.

THE NOITE

Nesta segunda, logo após o Arena SBT.

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