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testamos (e aprovamos) os “AirPods” da Huawei

testamos (e aprovamos) os "AirPods" da Huawei

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Fones de ouvido TWS (sigla em inglês para “estéreo totalmente sem fio”) já foram artigos exclusivos, com os AirPods, da Apple. Hoje, já existe uma enorme variedade de modelos e preços no Brasil. Em breve, a categoria terá mais um representante: o Huawei Freebuds SE.

A empresa chinesa quer provar que é possível criar um fone “de entrada” (um pouco mais barato), porém com recursos normalmente vistos em rivais mais caros.

Fica difícil acreditar quando a própria fabricante ainda não sabe qual será seu preço oficial (ou mesmo sua data de lançamento) no mercado brasileiro. Em alguns varejistas e marketplaces, porém, os Freebuds já podem ser encontrados por valores próximos de R$ 300.

Por outro lado, a segunda metade da promessa está razoavelmente cumprida. Testei os fones e eles têm bom desempenho em vários aspectos.

Encaixa e relaxa!

Fones TWS são do tipo “ame ou odeie”. Tudo por causa da sua principal característica: são duas peças pequenas, que ficam encaixadas separadamente em cada orelha.

Há quem adore a liberdade que isso proporciona, enquanto outros vivem com a eterna sensação de que eles irão cair a qualquer momento (pânico extra se você estiver perto de um bueiro, gradil ou varanda.)

Confesso que já me enquadrei nas duas categorias: era cético, mas fui totalmente conquistado quando passei a usar um modelo assim.

Portanto, me acostumar com o Freebuds foi simples. Ele se adapta fácil até ao canal auditivo do consumidor, oferecendo três ponteiras de tamanhos diferentes, que podem ser substituídas sem dificuldade (algo que outros modelos mais baratos não incluem).

Se você é novato com esse tipo de acessório, a dica para vedar bem a entrada do ouvido é encaixar os fones (de qualquer marca) virados para trás e depois rotacioná-los de forma que a extremidade mais comprida fique para baixo.

Assim, ele bloqueia melhor o som exterior (falarei disso em breve) e também fica firme o suficiente para passar confiança. Já fiz caminhadas, saltei e me movimentei de forma brusca, e nem assim ele chegou a cair — por mais que alguns desses movimentos passassem a sensação de que ele ficou um pouco solto.

No mais, o Freebdus ficou confortável no ouvido. Sem rebarbas ou qualquer recorte mais reto, ele dificilmente irá machucar sua orelha.

Fácil de parear…

Antes de colocar na orelha, porém, é preciso parear. Dependendo do modelo, pode ser uma etapa chata. Mas foi ridiculamente simples com o Freebuds: abri o estojo e imediatamente meu celular (um iPhone) reconheceu o acessório.

Mérito do Bluetooth 5.2, que consome menos energia e também mantém uma uma conexão mais estável (provei na prática: deixei o celular separado dos fones, com várias paredes no caminho, e o som rolou numa boa).

Por falar em energia, a Huawei afirma que os fones têm bateria para 6 horas ininterruptas quando estão fora do estojo. E o próprio estojo acumula carga suficiente para recarregá-los e garantir um total de 24 horas de autonomia. Desde que você se lembre de alimentar o estojo, é pouco provável que seja pego de surpresa sem carga nos fones.

Estojo do Freebuds SE garante 24 horas de bateria

Imagem: Divulgação/Huawei

No uso mais básico, o Freebuds não exige nenhum app para ser configurado. É possível, porém, baixar um aplicativo da Huawei que não apenas atualiza o firmware mas também permite programar as funções acessadas pelo sistema de toque.

…mas não tão fácil de controlar.

O sistema de toque, aliás, foi um dos pontos baixos. A ideia é ótima e comum em modelos mais caros: controlar funções como pausa, avanço e retrocesso da música apenas encostando nos fones enquanto estão na orelha.

Não funcionou tão bem durante o meu teste. Foi difícil achar o ponto exato em que eles precisavam ser tocados. No fim, era mais rápido simplesmente pegar o celular e pausar a música “manualmente”. (Ele também automaticamente se você tirar um dos fone – uma inovação bem útil).

Outros recursos do aparelho tiveram desempenho melhor. O cancelamento de ruídos em chamadas, por exemplo, permitiu ouvir bem quem estava do outro lado da linha, sem a necessidade de apelar para volumes mais altos. E a outra pessoa também me entendeu bem, porque o microfone embutido é de ótima qualidade.

Som apenas na medida

No áudio, o Huawei Freebuds SE não brilha, mas também não compromete. Sua equalização fixa privilegia as frequências médias. Os graves não são apagados, mas se você espera aquela batida mais forte na música, pode se decepcionar.

A solução nem seria difícil: incluir um controle de equalização no app. Sem ele, o fone tenta se adequar aos mais variados estilos musicais. Até consegue, mas por outro lado não se sobressai em nenhum gênero específico.

Resta agora saber por quanto a Huawei venderá o Freebuds SE no Brasil. A depender do preço (especialmente se ele for inferior ao praticado por varejistas independentes), pode se consolidar como uma opção interessante para quem quer um TWS de boa qualidade sem gastar tanto.

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